7.10.10

Que escola você busca para seu filho?



Que escola você busca para seu filho?

Existem escolas onde Eva aprende a ler vendo a uva. Em outras, Eva caça formigas, faz um formigário, observa, registra e quando vê já está lendo e escrevendo.

Existem escolas onde as crianças aprendem arte pintando figuras xerocadas. Noutras, escovas, vassourinhas e rodinhos viram pincéis que, mergulhados em tinta, cobrem o chão, paredes e tudo o mais que a imaginação, e não o tamanho do papel, mandar.

Existem escolas que dividem as turmas em fortes, médios e sem chance. Noutras, alunos, funcionários e educadores são colocados no mesmo espaço, para mostrar que todos são igualmente importantes e que o calor humano é muito mais gostoso que a frieza da competição.

Tem escolas onde as crianças pesquisam a vida do ilustríssimo Fulano de Tal. Noutras, elas também pesquisam sobre o Profeta Gentileza e aprendem que não adianta ser ilustre se não se sabe ser gentil.

Tem escolas que ensinam a andar na linha pontilhada para despertar a disciplina. Outra botam os pequenos pra andar sobre plástico bolha para despertar os sentidos.

Tem escolas monitoradas por câmera e bedéu. Noutras, olhos surreais de Salvador Dali espiam através dos vitrais de estranhas catedrais de papel.

Tem escolas brancas, limpas e imaculadas. E escolas onde os alunos mergulham sem medo na sopa da vida para descobrir que sem amebas, fungos e bactérias não há digestão. Não há gente. Não há Terra. Não há vida.

Tem escolas onde se aprende que o leite vem da vaca. Noutras, estuda-se a vida do homem do campo, do homem da cidade e que um depende do outro para que o leite que sai da teta da vaca chegue na caixinha de achocolatado.

Tem escolas cheias de certezas absolutas. E outras cuja única certeza é seguir experimentando.

Eu sei que escola quero para meus filhos. E você?

P.S: escrevi este texto em homenagem à Feira do Conhecimento da Escola Moppe, de São José dos Campos. Quem visitou sabe que não há exagero nas minhas palavras. Nem jabá para que eu as publique. A Feira deste ano foi muito grande, dinâmica e peço desculpas aos espaços que não couberam neste texto. A todos os educadores, profissionais e diretores da escola, meu emocionado agradecimento por acreditarem que é possível fazer um ensino diferente.

26 comentários:

Nine disse...

Adorei o texto! Quero uma escola assim para mima filha tb! Beijos!

Letícia disse...

Ei Thais. Tenho acompanhado seu blog e nos últimos dias fiz uma leitura completa de todos os textos que tem o marcador EDUCAÇÃO.

Isto porque estou às voltas com uma decisão bem importante. Estava numa dúvida cruel, mas agora minha ficha caiu.

Eu tenho duas filhas (2 e 4) e a maior já está numa escola, razoavelmente boa. É uma escola cabeça aberta que está aprendendo esta forma criativa de educar. Aceita as minhas sugestões, debate, enfim, quer crescer nisso. Porém, lá só tem a educação infantil. Daqui a um ano, Nicole estará indo para o ensino fundamental. Pensei em colocar a Yasmim (2 anos) na escola também, por diversas questões. Sei que a idade não é apropriada, mas creio que será bom para ela, até porque estará junto com a irmã.

A questão final é: preciso escolher uma escola agora, que além de educação infantil, tenha o ensino fundamental, porque assim, já mantenho as duas, sem precisar de trocar.

Pesquisei várias escolas da região e cheguei a pensar numa escola TRADICIONAL pois temo a questão da "qualidade de ensino". Tô engatinhando nessa área de conhecimento ainda.

Mas tem uma escola, que encantei. É um sítio escola, com animais, muito verde, casa na árvore, etc. Eles priorizam a educação de forma a ter contato com a natureza, com o objetivo de estimular o conhecimento, através de projetos/pesquisa.

Dai fiquei pensando: será que isso pode proporcionar um ensino de qualidade?

Pelo visto sim. Você tem razão. Não quero que minhas filhas aprendam no limitante quadrado de um livro. Livros são importantes, mas não são tudo. Experimentar, conhecer, interagir constrói o conhecimento.

Não é isso?

PS.: Cheguei a te mandar um e-mail, pedindo para discutir este assunto com vc. Não sei se recebeu!

Beijos e obrigada pelas informações valiosas.

Paloma disse...

Eu quero uma escola que ensine as coisas boas da vida, as que estão nos livros, mas as que também vivemos no cotidiano, na sua simplicidade...bjos
Paloma e Isa

Dany disse...

Quase chorei lendo seu texto...
Lindo e é tudo que quero pro meu filho e não tenho... :-(

marcia disse...

oi tais querida, suas palavras são as minhas. posso me apropriar?! cheguei as 9h30, na abertura e sai as 14h com a alma lavada e a certeza do tamanho do prazer que os meninos sentem por estudar na moppe. eles tem o maior T por essa escola e o Luis e eu tb.um super bj

Mariana - viciados em colo disse...

eu sei e é assim! me emocionei...
feliz de ver meus filhos viverem uma infância livre...

abraços

Cora disse...

Eu quero uma escola onde os professores estão por amor*__*

Ceila Santos disse...

não tenho dúvida de que essas escolas existem, mas essa diversidade raramente está ao nosso lado. Acho que agora até sei que escola quero para minha filha, mas não sei se tenho condições de pagar pelas escolas que existem próximo de casa. deveria existir essas escolas em todo lugar para que houvesse direito a escolha a todos...como é bom sonhar!

Silvia disse...

Taís, eu viajei pela Feira lendo esse texto. Este ano, minha visita foi mais corrida, não vi tudo (buá), mas sempre saio de lá com a certeza de que elas estão evoluindo do ponto de vista intelectual e emocional também.

Segundo ano seguido em que a gente pode viajar pela feira aqui no Ombudsmãe. Delícia.

Aqui em casa, a pequena reclama de saudades da escola durante as férias. Não vê a hora de voltar. E a maior, outro dia, na hora de dormir, conta como foi o dia e fecha com: "Mãe, estudar lá é muito gostoso, não me tira de lá, não, tá?"

Estudar e fazer tarefa não devem ser atividades enfadonhas. Queria eu ter estudado numa escola onde os professores não cuspissem conhecimento pra eu decorar (e nunca decorei, fui péssima aluna).

Mas, pras mães que estão em busca de uma escola, meu conselho sempre é pesquisar muito sobre métodos de ensino, visitar as escolas com a maior calma, conversar com a coordenação sempre (uma vez, lá no Rio, teve uma escola onde eu não consegui, de jeito nenhum, conversar com a coordenadora; o telemarketing me ligava pra marcar uma "avaliação" das minhas filhas e não conseguia nunca marcar uma reunião pedagógica pra mim - conheci a escola acompanhada de uma estagiária que não conhecia absolutamente nada de nada), fechar a seleção em cima dessas visitas e, depois, tornar a visitar (quantas vezes forem necessárias) as escolas que mais agradaram.

Escrevi sobre o assunto lá pro Futuro do Presente, vou catar o link e já trago pra cá.

Silvia disse...

Tá aqui, foi uma matéria dividida em 4 posts:

http://ofuturodopresente.blogspot.com/2008/02/escolha-da-escola-parte-1.html

http://ofuturodopresente.blogspot.com/2008/02/escolha-da-escola-parte-2.html

http://ofuturodopresente.blogspot.com/2008/02/escolha-da-escola-parte-3.html

http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2008/03/a-escolha-da-escola-parte-final/

Silvia disse...

Tá aqui, foi uma matéria dividida em 4 posts:

http://ofuturodopresente.blogspot.com/2008/02/escolha-da-escola-parte-1.html

http://ofuturodopresente.blogspot.com/2008/02/escolha-da-escola-parte-2.html

http://ofuturodopresente.blogspot.com/2008/02/escolha-da-escola-parte-3.html

http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2008/03/a-escolha-da-escola-parte-final/

Thaís Rosa disse...

lindo lindo lindo.
também sei a escola que quero, e acho que estou no caminho. que bom ler isso.
beijo

Bia disse...

Amo seus posts...
agora fiquei numa duvida...
achei que era de BH...

entro aqui toda semana mas nao dá pra comentar do trabalho...

bjs

Hegli disse...

Lindo texto...
pena que me faz pisar com os pés firmes no chão e ver que a escola do meu filho é, com sorte, 10% desta escola citada!!!Um sonho!

Tristeza por esses dias.. decepção com a escola que escolhi, batalhando pra que melhore, ao menos...

carol disse...

Ola conheci seu blog através do blog Mãe de garoto e amei o post. Vou te seguir ta?! Seu texto resumiu tudo que gostaria para o meu filho so não sei se acharei aqui. Vi que vc mora em SJC. Estou morando em Taubate há um ano e ainda estou me adaptando a cidade. Coloquei meu filho em uma escola aqui perto de casa mas não estou muito satisfeita e quero mudar. Por acaso vc conhece alguma escola nesse estilo por aqui?
Quando quiser passa la no meu cantinho para uma visita

bjoss

Tatiana Bonotto Cake Designer disse...

Passei aqui par divulgar o SORTEIO que estou fazendo lá no meu blog.

Espero que participe, pois será prazer ter sua companhia.

http://tatidesignercake.blogspot.com/2010/10/dia-das-criancas-cesta-de-doces.html

bjs


Tati

Mamma Mini disse...

Que ótimo, a escolha da escola é uma coisa super difícil e é algo teoricamente bem definitivo então tem que trazer muita segurança pra família né? A gente demorou para escolher mas tivemos motivos que pesaram muito entào a escolha ficou bem fácil... a do meu filho não é perfeita mas estamos adorando! um super beijoooooo

Bianca disse...

Adoro seus posts, sempre recebo-os pela Evellyn, do meu mundo e nada mais.
Beijos

Luis Cândido disse...

Este ano fiquei muito bronqueado porque na véspera da eleição só pude ficar por meia hora na Feira do Conhecimento. Só deu pra babar de vontade de ver tudo. Mas mesmo pra quem pode curtir mais, sabe o que penso: uma judiação tanto coisa legal funcionar só um dia. Dá vontade de transformar numa exposição de alguns dias, chamar todo mundo pra ver. Pô, é um museu de arte, uma mega instalação, uma mini bienal que funciona um dia só.

Beijos

Taís Vinha disse...

Oi pessoal, muito obrigada pelos comentários e pelas palavras de incentivo!

Acho que o mais importante de tudo é as escolas se abrirem mais aos pais e às mudanças comportamentais que a sociedade vive hoje. Escolas "eu sei tudo" vivem na defensiva e mudam muito pouco ao longo do tempo. Escolas abertas, que sabem ouvir, que pesquisam, refletem essa postura na sala de aula e evoluem ano a ano. Alguém aí disse, nenhuma é perfeita. E a consciência disso é fundamental para que as coisas se transformem.

Letícia: acho que respondi sua questão no outro texto, não. Se estiver enganada me avise! E quanto a se sentir insegura, bem vinda ao clube! Eu já me angustiei muito com escola e mesmo nessa, que hoje adoro e respeito muito, já tive várias questões a serem trabalhadas. O importante foi desenvolver uma relação de respeito e parceria. E saber reconhecer falhas e valorizar os acertos. Pesquise muito as escolas e depois de escolher, aposte no trabalho dos educadores, levando para eles todas as questões que julgar pertinente. Os linques passados pela Silvia ajudam muito.

Carol, bem vinda ao Vale! Não conheço nenhuma escola de Taubaté. Mas vou pesquisar e se descobrir, aviso no seu blog.

Ceila, assino em baixo. Escolas nessa linha em Sampa custam uma fortuna. Existem boas escolas públicas que caminham nessa linha, mas é como achar agulha num palheiro. O negócio é seguir pesquisando e fuçando para ver se aparece algo. E pressionando por mudanças.

Cora, concordo. Amor é fundamental em tudo o que fazemos, mas também tem que se ganhar bem. A boa pedagogia pede aprimoramento constante e muito estudo e os professores tem que ser remunerados pelo tempo que dedicam fora da sala de aula para isso. Esse é um dos motivos das boas escolas serem poucas e raras. Porque custa caro. E requer gente muito dedicada.

Bjs!

Bebel Barros disse...

Olá Thais, eu leio seu blog há bastante tempo, mas nunca comentei.
Adorei este post em particular por que me identifiquei muito com ele... eu também tive a sorte de descobrir uma pequena pérola da educação infantil no bairro onde moro em Carapicuiba/Cotia e estou encantada. Que delicia ver que ainda existem escolas que estão atentas ao brincar como uma linguagem de conhecimento pertinente a cultura da criança.
Parabéns pelo blog! É uma das minahs leituras favoritas e constantes.
Abraços,
Bebel
PS. Eu nasci e fui criada em uma rua de terra de Tremembé (ai no Vale) até completar 17 anos, quando mudei de cidade para fazer faculdade. Foi sem dúvida, um dos períodos mais felizes da minha vida.

Anônimo disse...

Thais,

Você é uma poetisa! Consegue transformar nosso trabalho em poesia, que reflete a essência dos nossos ideais. Fazemos tudo com amor, dedicação e muito estudo para oferecer o melhor da vida aos nossos alunos!

Andrea Santos - professora da Moppe

Giraffa disse...

Tais, parabéns pelo belo texto ! eu e minha esposa concordamos com cada palavra que você escreveu, e é por exatamente isso tudo que você citou que escolhemos já a mais de 2 anos a Moppe como escola para nossos dois filhos.

ps: tomei a liberdade e citei seu texto (link) na minha página do FaceBook.

Parabéns ! um grande abraço,
Alexandre

Anônimo disse...

Eu morava em Mogi, e minha filha estava estudando na UEB (Universo de Educação Básica), uma escola maravilhosa! Quando meu marido me disse que mudaríamos para SJC, pensei o que faço com a escola da minha filha (na época só um filho estava na escola), aonde vou arrumar uma escola com este o mesmo perfil? Então, a dona da escola,Durcília, se propos a me ajudar a encontrar um escola. Me emocionei com o amor da Durcilia pelo o ensino, uma mulher ocupadíssima com um escola toda sob a sua responsabilidade, se dispondo a me ajudar a encontrar uma escola... não dá pra acreditar, não é mesmo ? mas existe pessoas que amam a educação, não é apenas uma profissão. Então, ela pesquisou e me deu 3 nomes de escolas que eu deveria conhecer, e me deu uma aula de como observar e o que observar nas escolas. E a Moppe era uma das escolas... bom depois que conheci a Moppe não tive dúvidas. A Durcília veio conhecer a Moppe, depois de 1 ano que a minha filha já estava estudando. Pois, depois que eu matriculei liguei para ela e falei de como era a escola. Ela me falou que um dia iria vir para SJC para conhecer a escola, pois ficou admirada com tudo o que falei.
A minha filha já está na Moppe há 7anos e o meu filho a 5 anos. Tenho certeza que fiz a escolha certa, pois a escola traz os pais para estar junto no processo da educação. VocÊ já participou de alguma PROSA EDUCATIVA ? Pois eu nunca deixei de participar. A última foi em um sebo, bem legal, com um espaço para tomar café, e no meio disso tudo um profissional, psicopedagogo, convidado pela a escola, em uma verdadeira prosa com os pais. Aprendemos muito nesta conversar informal, gostosa... A 2 anos atrás, a escola pagou 50% de um curso de 1 ano para aprender ser pais, com o Luis Henrique. Foi excepcional!!! eu e o meu marido amadurecemos como casais e como pais... Não tenho como agradecer a Moppe por tudo que nos proporciona. Lógico que a escola tem problemas, mas os problemas eles vem para no nosso crescimento e o da escola. Não existe escola sem a participação dos pais, é uma parceria.
A Feira do Conhecimento mostra tudo o que sonhamos para os nossos filhos...CONHECIMENTO!

Beijos a todos a família Moppe, pois sou feliz por fazer parte dela.

Sandra

Tais vinha disse...

Oi Bebel, rua de terra na infância é um dos luxos raros da vida moderna. Que delícia! Que legal saber da escola que vc encontrou. Qdo der, mande o linque para o site deles. É sempre bom saber quando alguém pede uma indicação. Bjs!

Andrea, profa querida do meu bebê do meio! Obirgada você por fazer parte das nossas vidas.

Alexandre Giraffa, um papi no Ombudsmãe sempre é motivo de comemoração! Obrigada pela indicação e pelo aval para o texto.

Oi Sandra, somos abençoadas por termos cruzados com essas pessoas que trabalham com educação por ideal de vida. Achei o máximo a Durcilia ter se oferecido pra ajudá-la a escolher escola. Eu tive ajuda da minha irmã, que também é educadora, no início e o processo foi muito menos angustiante. São pessoas que sabem enxergar o que os pais não vêem e nos passam dicas preciosas. A gente deve se conhecer, pois eu tb estava na última prosa. Quem sabe em breve trocamos umas impressões pessoalmente? Obrigada pelo comentário! Tomei a liberdade de encaminhá-lo pra Moppe tb. Bjs!

monica dantas disse...

Olá, conheci este blog, tem exatamente 3 dias, e não consigo mais parar de ler! Estou tão feliz, que já faz tempo que me sentia um ''ET''. Tenho uma filha de 4 anos, quando ela fez 1 ano e 8m, matriculei ela em uma escola tradicional, por que era mais barata e eu conhecia a diretora da escola. Até hoje, me arrependo, amargamente, de tudo de pior que podia acontecer, minha filha parou de comer frutas, pelo simples fato da maioria das crianças levarem batatas fritas, sentarem na mesma mesa e a professora deixavam elas trocarem os lanches. A segunda escola, já foi uma creche- escola, que dizia utilizar um método misto , um pouquinho de cada um. Fiquei apaixonada com a professora, tinha nutricionista, era colorida, atendia somente aos pequenos. No ano seguinte tudo mudou, o prédio cresceu, o foco da escola era outro, já não havia o colorido, o espaço, a horta? Desapareceu! Foi instalada uma cantina ''daquelas'', a professora foi tão ruim , que este ano foi rebaixada a recreadora!! Mas, o que me fez renovar a matricula foram os amiguinhos da minha filha, que pediram muito para ela ficar. Quando começou as aulas separam a turminha, conclusão professora nova e amigos novos, não adiantou nada deixa la só por este motivo. Mas, a gota d'água, foi quando minha filha chegou em casa dizendo assustada que a tia, disse que tinha uma câmera escondida, e a ''tia Fulana''( a pedagoga da escola) via tudo que acontecia na sala, e a criança que não ''se comportasse era levada para a sala desta ''tia ''e levava uma bronca daquelas! Para não alongar mais, graças a Deus achei uma escola, perto da minha casa, que pratica o método sócio construtivista, é uma escola bem pequena, que acredita na simplicidade, na ecologia, a diretora senta no chão e participa de tudo, consigo ver amor e paixão nesta escola. Agora sim, não me sinto mais um ''ET''. Amo minha filha e quero que ela seja feliz.
Parabéns, pelo blog!
Grande beijo, Monica Dantas