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Mostrando postagens com o rótulo sustentabilidade

Aprendendo a trocar na escola.

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Aprendendo a trocar na escola. A primeira Feira de Trocas de Brinquedos da escola do meu filho começou estranha. Não pelas crianças, mas pelos adultos. Estavam meio tensos, inseguros, sem saber o que iria acontecer. "Será que vai ter briga, tumulto, confusão?". Sentimentos compreensíveis. A troca é a transação mais presente na história humana, mas nossa geração desaprendeu essa prática. Tudo o que temos foi comprado. Hoje, as Feiras de Troca estão voltando como uma forma mais consciente e, por que não, econômica, de dar um novo destino aos objetos que não queremos mais. Como uma das mães que propôs a atividade para a escola, fui convidada a comparecer para orientar a garotada. De posse do microfone, veio o frio na barriga: "Orientar o quê? Se nem eu sei direito como faz?". Na hora me lembrei das experiências compartilhadas pela internet com outras mães que participaram de feiras semelhantes e improvisei as dicas: "Olhem o que interes...

Traição

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Traição O marido entra sorrateiro. Pouco antes de chegar na cozinha dá de cara com a esposa. Ele a cumprimenta rapidamente, evitando olhá-la nos olhos. Mulher: - Não acredito! Marido: - Desculpe... Mulher: - Por que você fez isso? Marido: - Aconteceu, eu... Mulher interrompe: - Mas não pode acontecer. Marido: - Eu sei...você tem razão, mas às vezes a gente descuida... Mulher: - Ah, não vem com essa. Com esse tipo de coisa não pode ter descuido. Alguém te viu? Marido desvia novamente os olhos e fala baixinho: - A Sílvia. Mulher exclama: - A Sílvia! Não! A cidade inteira e você me topa logo com ela?   Ela te viu? Marido: - Viu, claro. Conversou comigo. Mulher: - Disse o quê? Marido: - Perguntou se você sabia que isso estava acontecendo. Mulher: - Sabia que ela ia perguntar...E o que você disse? Marido: - Disse que não...e que se você soubesse ia me matar. Mulher: - Bom, pelo menos foi honesto. Tô quase te esganando. Ah...isso não podia ter acontecido... Marido: - ...

Marina Silva, fique esperta!

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Marina Silva, fique esperta!    Semana passada me deparei com uma das estratégias mais sinistras de formação de opinião que já vi na rede. Divulgo, porque acho que a informação é a melhor vacina contra os golpes da internet. Alguém publicou um site ( http://orgulhoverde.com ) que, aparentemente, defende o meio ambiente e a não aprovação do novo código florestal. Aparentemente. Olhando nas entrelinhas, tudo indica que se trata de uma ação obscura e muito bem planejada de marketing viral, plantada para causar inimizades e angariar simpatizantes justamente para o lado contrário: o de quem defende a APROVAÇÃO do novo código. A estratégia mostra a que ponto alguns seres humanos chegam para conseguir formar sua opinião.  Daqui para frente, fique ainda mais cauteloso com o que você encontra na rede. O site defende idéias radicais, meio temidas por quem não gosta muito de ecologista, como passar fome para poupar o planeta, não tomar banho para economizar água, desapropriaçõe...

Salvem a natureza contanto que ela não cubra minha vista.

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Salvem a natureza contanto que ela não cubra minha vista. Queridos vizinhos do condomínio de cima, Recentemente ficamos sabendo que vocês tem autorização da Prefeitura para arrancar todos os Sansões do Campos que ficam do lado de cá do muro que nos separa. Estamos tristes. Muito tristes. Ficamos menos humanos, sempre que uma árvore cai. E são centenas de árvores que dessa vez cairão, mesmo que disfarçadas sob o nome de "cerca viva". Não sabemos quem plantou os Sansões que hoje atrapalham a vista das suas varandas e "suja" com folhas sua trilha de caminhada. Mas sabemos que do lado de cá, um morador generoso capinou com enxada e suor uma longa trilha sob a sombra deliciosa dos Sansões que vocês querem arrancar. (Curiosa é a vida...o que para uns é um incômodo, para outros é benção). Coloquei a foto aqui para vocês verem e os convido a caminhar por ela antes que desapareça ao ronco da motosserra. Ficamos sabendo também que vocês não planejam apenas cortar os Sansões. ...

Meu pai quer plantar árvores.

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Meu pai quer plantar árvores. Meu pai tem 74 anos e aposentou-se recentemente. Poderia, com louvor, calçar o chinelo e esperar na sombra o bondão passar. Mas quem o conhece sabe que isso dificilmente aconteceria. Este homem que passou a vida toda na urbanidade, resolveu plantar árvores. Não uma ou duas. Hectares de árvores. No momento, procura terras para começar sua plantação de Guanandi. Uma árvore de lei, considerada em extinção, protegida desde os primórdios pela Coroa portuguesa e que leva uns 18 anos pra dar algum retorno ao plantador. "Pai, tem certeza? É nisso mesmo que você quer se meter?" "Filha, certeza absoluta." Ele responde com o entusiasmo de um surfista que descobriu uma praia deserta de ondas perfeitas. "Eu me vejo caminhando por entre as alamedas de árvores. Quero encher pastos e pastos com Guanandi. E vou colocar um pouco de Acácias também, pra ter flores, abelhas e produzir mel." Quando escuto o carinho com que meu pai fala de suas árvo...

Criança e consumo

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Criança e consumo. Semana passada, participei, em São Paulo, do 3º Forum Internacional Criança e Consumo , organizado pelo Instituto Alana. Um evento para debater este tema, por si só, já é uma grande conquista. Numa sociedade onde consumir é sinônimo de "progresso" e de "subir na vida", chama atenção o fato de existir um grupo cada vez maior de pessoas levantando a mão para perguntar se tem mesmo que ser assim. O debate sobre o consumo é polêmico. E se torna mais caloroso ainda sob a ótica da infância. Talvez porque envolva muitos agentes: pais, educadores, publicitários, emissoras de tv, fabricantes, governantes, lojistas, parentes, psicólogos. A lista é longa, somos todos guardiões das próximas gerações. E quando há muita gente para culpar, quase sempre esquecemos de apontar o dedo para o nosso umbigo. Como mãe e publicitária, conheço bem os dois lados da moeda. O lado de lá bota nos pais toda a responsabilidade por "filtrar" as mensagens que chegam às ...

Volta às aulas consciente. Mais um texto republicado por uma ombudsmãe preguiçosa.

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Em tempos de tempestades no céu e tsunamis humanos nas papelarias, nada como uma bela pisada no freio. Republico texto elaborado com a colaboração da Silvia Schiros , com dicas para uma volta às aulas mais consciente. 1. Bazares de troca ou venda de uniformes usados. A idéia, comum na Inglaterra, é montar um local na própria escola, onde os pais podem comprar ou trocar uniformes usados, mochilas, lancheiras e livros didáticos e paradidáticos em bom estado. Pais e escola decidem o que fazer com o dinheiro arrecadado. Pode-se também incluir a venda de roupas usadas (criança perde roupa novinha), brinquedos, jogos e material escolar. 2. Estímulo à carona. Incentivar os pais a trocarem roteiros e contatos de carona. Facilitar esta troca através de uma lista onde os pais interessados colocam roteiro e contato. É uma medida simples que reduz o número de carros na rua, poluentes e pais estressados. (Atenção escolas: pais menos estressados dão menos trabalho. Invistam nisso!). 3. P...

Vamos salvar o Natal - texto republicado

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Vamos salvar o Natal. A primeira coisa seria minimizar o Papai Noel da Coca-Cola. Esse velhinho obeso, gastador, que nos estimula a comprar, comprar e comprar e que está, desde o final de novembro, molhado de suor, em TODOS os shoppings centers. Desculpe, bom velhinho, mas você ficou over. Não tem mais nada a ver com os tempos que vivemos. Acabou a magia. O que vai salvar o Natal, é voltarmos ao principal sentido da festa no mundo ocidental: celebrarmos o nascimento do Cristo. Não o Jesus religioso, que morreu pelos pecadores e que faria você parar de ler este texto bem aqui. Não é desse Jesus que falo. Temos que resgatar o Jesus revolucionário. O ecologista. O maluco beleza que, há 2000 anos, abalou as estruturas da Roma perdulária e cheia de vícios, com suas idéias de vida simples. De amor ao próximo. De comunhão com a natureza. Temos que resgatar o barbudo que disse que somos todos uma só família. Todos habitantes do mesmo planeta Terra. Eu, você que está me lendo, o feirant...

Minha composteira mambembe.

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Já que o assunto é lixo, encerro a semana com compostagem doméstica. Tenho uma amiga querida, que mora em Los Angeles, que hoje é Pro em compostagem. Ela sempre me estimulou a fazer compostagem, afirmando que é muito fácil e não toma tempo. Me enviou até um livro "Easy Composting" com dicas ótimas para quem está começando. O primeiro problema que enfrentei foi a escolha da composteira. Na internet há milhares de modelos e o livro ensina outras tantas. Eu tinha três requisitos: gastar pouco ou quase nada, ser simples de lidar e não ser muito aberta para não juntar bicho perto de casa. Resolvi a questão reaproveitando um tambor de metal, sem boca e sem fundo (tomei o cuidado de pegar um tambor que não armazenou produtos tóxicos). Coloquei o tambor diretamente sobre a grama e nele deposito minhas sobras de frutas, verduras, talos, cascas de ovo, pó de café, etc. Depois cubro com folhas secas, serragem ou mesmo com o jornal que fica embaixo do galinheiro. Deveria mexer diariament...

Lei de Responsabilidade Ambiental

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Lei de Responsabilidade Ambiental. Em julho, visitei Ribeirão Preto, SP e fiquei chocada com a quantidade de lixo nas ruas. Papelão, sacos plásticos, folhetos de propaganda, pets, latas, caixotes quebrados e até um sofá velho vi jogados no calçamento e nas praças do jardim Mosteiro e da Av. Treze de Maio. Isso sem falar na completa falta de regras para placas e autidóres (mobiliário urbano). A minha querida cidade natal é uma das mais poluídas visualmente que conheço. Semana passada passei em frente à escola João Cursino de São José dos Campos, SP e fiquei chocada com a quantidade de lixo na calçada e no lado de DENTRO dos portões da escola. Neste final de semana, visitei o bairro do Capricórnio, em Caraguatatuba, litoral norte de SP e fiquei prá lá de chocada com a quantidade de lixo nas ruas. Lixo de consumo e entulho de obras. As simpáticas vielas de areia deste bairro estão tomadas por sujeira. E no mercadinho local há um cartaz alertando para o surto de escorpiões e aranhas...

Desmistificando o coador de pano.

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Outro dia, num impulso, comprei um coador de pano. Este singelo objeto já foi tema de discussões aqui no Ombudsmãe, num texto sobre redução de lixo e consumo. (clique aqui para lê-lo) Cheguei em casa, chamei a minha gerente para assuntos avançados de economia doméstica - a empregada - e perguntei se ela sabia como usar aquilo. Ela riu e disse que na casa dela só se coa cevada no coador de pano. (A bichinha é mórmon e desconhece os prazeres celestiais da cafeína.) Como todo bom consultor, a primeira coisa que ela fez foi apontar um impedimento: "Cadê o suporte?" "Que suporte?" "O suporte de arame pro coador ficar pendurado enquanto o café coa e depois para secar." Pensei no trampo que seria ir atrás do suporte e resolvi improvisar, como quase tudo que faço na vida. Fiz assim e foi fácil demais: 1) Lavei o coador com água somente. 2) Me lembrei que minha mãe fervia os coadores novos em água e pó de café para não dar gosto. Fiz o mesmo. Coloq...

"Mãe, por que eu tenho que desligar?"

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Para os pais interessados em uma abordagem criativa e muito inteligente do problema da "geração monitor" , sugiro uma sessão em família do filme Wall-e (já saiu em DVD). Wall-e é um filme infantil diferente. Não tem muita ação, nem diálogos. Mas é lindo, comovente e absurdamente atual. Imperdível para quem quer discutir com crianças (e adultos) questões sobre sustentabilidade, consumo excessivo e qualidade de vida. A história se passa no futuro, com a humanidade vivendo fora da Terra porque o planeta está tomado pelo lixo. Nos transatlânticos interestelares, seres humanos obesos e quase sem musculatura, passam o tempo todo sentados diante de um monitor. Conversam muito, mas sempre com a tela. Nunca ao vivo. Ninguém olha para o lado, para fora ou para o outro. Ninguém percebe o céu, as estrelas ou mesmo a maravilhosa piscina da nave espacial. Todos vivem conectadíssimos e, ao mesmo tempo, alheios a tudo. Inclusive a si próprios. Parece deprê, mas todos estão muito confortáveis...

Um jeito simples de reusar a água.

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Hoje as crianças retornaram às aulas. E eu retorno oficialmente ao teclado. Meio preguiçosa, ainda sob os efeitos do recesso prolongado e com uns 200 emails não lidos (fora os já deletados). Portanto, mil perdões se volto meio sem jeito. Tô pegando no tranco. Hoje eu vou lincar aqui uma dica superlegal da Carol Daemon, do blog A Menina do Dedo Verde , sobre reuso da água da máquina de lavar roupa. A "lavarroupa" é uma das vilões do consumo de água. Há alguns anos eu reuso esta água através de um jeito supersimples: coloquei dois baldes de lixo, de 100 litros ao lado da máquina de lavar, e na hora de drenar a água, dreno nos baldes. A primeira água, vem bem suja e com sabão. Esta é boa para lavar quintal, calçada, garagem e descargas (locais onde não há problema ficar um pouco de "resíduo" de sabão). A segunda carga de água, do enxágue, é mais limpa, serve para limpar chão, lavar banheiro etc. A minha Brastemp, que comprei desavisada nos meus tempos pré-consciência e...

Está difícil dormir.

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Estou acordando devagar da minha necessária hibernação. Foi um período muito bom, mas confesso que precisei me esforçar diversas vezes pra não voltar rugindo pro teclado. Julho foi um mês bem tumultuado e muita gente veio me cutucar. Primeiro foi o Lula quando afirmou que a paixão do brasileiro é o carro e que é dever do governo facilitar esta compra. Com isso anunciou 2 bilhões de incentivos para a agonizante GM. Não vou entrar no mérito de salvamentos pirotécnicos governamentais para empresas americanas falidas, nem no absurdo que é motivar o povo a enfiar mais carros na rua em pleno aquecimento global. Entro no mérito de um presidente que de vez em quando parece esquecer que dirige uma nação e se comporta como um eterno companheiro metalúrgico. Depois veio o Serra, o governador de São Paulo, dando por certa a ampliação o porto de São Sebastião. E sabe a que preço? Vão aterrar o Mangue do Araçá para virar depósito de containers! Uma área importantíssima de preservação do nosso litora...

Vídeo interessante sobre aquecimento global.

Aproveito esta semana, em que todas as mães estão sendo homenageadas na mídia, nas escolas e em casa, para homenagear a maior de todas as mães. Aquela que nos acolhe sempre de braços abertos, nos dá colo, comida e até o ar que respiramos. A mãe que nunca dá bronca, apenas mostra que todo os nossos atos e escolhas têm consequências (e que consequências!). A mãe eterna e única. A mais linda de todas. A Terra. E, como um apelo para cuidarmos melhor dessa nossa mãe querida, publico um comercial que ilustra muito bem as implicações do aquecimento global na vida dos nossos irmãos. Para ser visto por filhos e filhas de todas as idades.

Automóvel, o próximo cigarro - parte 2

Como complemento ao texto sobre a crescente inconveniência dos automóveis , publico um vídeo enviados pela Silvia Schiros sobre cidades que estão sendo planejadas para pedestres e ciclistas e não para os carros. Curiosamente, duas dessas cidades ficam em países desenvolvidos e uma em um país em desenvolvimento, mostrando que tal solução independe do PIB ou do grau de instrução da população. São cidades que concentram esforços para construir ambientes urbanos saudáveis, que promovem a sociabilização, a democracia e a qualidade de vida. Publico também um linque para um texto da Andrea Vialli, publicado nos blogs do Estadão, afirmando que a crescente queda na imagem dos automóveis já está sendo detectada em pesquisas, preocupando a indústria. E que leis restritivas para a publicidade de veículos estão sendo discutidas, como aconteceu com o cigarro. Clique aqui para ler " O carro será o novo cigarro? " Ciclovia para cidades que queremos - Parte 1 Ciclovia para cidades que querem...

Automóvel, o próximo cigarro.

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Se, há 20 anos, alguém dissesse que os fumantes acabariam impedidos de fumar em praticamente todos os lugares, inclusive escritórios, aviões e botecos, daríamos risada. Naquela época, ninguém, absolutamente ninguém poderia prever a rejeição que o cigarro sofreria em tão curto espaço de tempo. Com o automóvel acontecerá a mesma coisa. É o cigarro do futuro. A indústria automobilística é poderosa - como a tabagista, as pessoas amam andar de carro - como os fumantes amam dar suas pitadas, mas assim mesmo, um cenário muito parecido com o que promoveu a rejeição ao cigarro está montado. É apenas questão de tempo para que ela aconteça. Vejamos: O carro vicia. Uma vez que se começa a dirigir, dificilmente se volta a andar a pé, de bicicleta ou de transporte público. O carro nos torna sedentários. E todos sabemos os inúmeros males que o sedentarismo acarreta. É um problema de saúde pública. O carro engorda. Estamos vivendo uma epidemia de obesidade. Curiosamente, nunca se dirigiu tanto. Que...

Nossa enorme insignificância.

Recebi este vídeo da Adriana . Com narração do Carl Sagan, retrata a Terra vista do espaço, mas não é aquela visão lindíssima e grandiosa à qual estamos acostumados. O vídeo mostra a Terra vista de longe, muito longe, um pálido ponto azul. Uma poeira no universo. Um quase nada. E ao refletir sobre nossa imensa pequenez, Carl Sagan faz uma declaração de amor emocionante ao planeta e aos seres humanos. Um verdadeiro chamado para cuidarmos melhor do nosso pequeno, porém generoso lar.

Para discutir sustentabilidade com crianças

Este comercial argentino é um bom gancho para uma conversa sobre atitudes individuais de sustentabilidade com crianças. Ele mostra de forma bem concreta que todos somos responsáveis pelo meio ambiente e que precisamos rever nossos hábitos, mesmo os mais inocentes, se quisermos viver em um planeta saudável para todos os seres vivos.

Freecycle - uma idéia simples e sustentável

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O Freecycle é uma rede de relacionamento entre pessoas interessadas em doar objetos que não usam mais e pessoas interessadas em recebê-los. Funciona simples assim: alguém que queira doar algo manda uma mensagem dizendo: "Estou doando um fogão 4 bocas". Quem quiser o fogão entra em contato com o doador, retira e uma coisa a menos vai para o lixão. Pode-se também publicar mensagens procurando coisas, como latas de nescau para artesanato, determinado livro ou uma cadeirinha de automóvel para criança. O objetivo é ajudar a galera a se livrar da tralha (que todos temos e entulha nossa casa), evitar o consumismo através da reutilização de objetos, evitar que coisas boas parem no lixão e praticar a solidariedade. Existem grupos do Freecycle em várias cidades brasileiras. Cadastre-se no da sua (ou crie um grupo nela). E bota a tralha pra circular! www.freecycle.org/