Duas mães.

Duas mães.
O filho pequeno se queixou que havia uma regra na classe que o aborrecia muito. Não podia mais trocar lanche com o colega. E morria de vontade de fazê-lo. A mãe explica que se ele era contra uma regra, deveria manifestar sua opinião e tentar mudá-la.
Depois de discutirem estratégias, resolvem escrever um bilhete a ser encaminhado à professora. O pequeno dita, a mãe escreve. Ambos assinam.
O bilhete, chega às mãos da professora, que resolve lê-lo em voz alta para a turma. Percebe que a insatisfação com a tal da regra era generalizada. Faz uma votação e os baixinhos derrubam a proibição por unanimidade. A troca de lanche estava liberada, dentro de novas regras combinadas ali mesmo.
O menino volta para casa exultante. Tinha se manifestado e conseguido uma vitória significativa contra algo que discordava. Mãe e filho comemoram a conquista.
Na outra casa, a menina conta, feliz da vida, que agora podia trocar o lanche. A mãe se aborrece. É daquelas que fazem questão de uma alimentação saudável e tinha plena consciência que a filha, sempre que podia, burlava para descolar uma bolacha recheada, um salgadinho de pacote, um suco de caixinha bem açucarado.
A proibição da troca de lanche tinha sido perfeita para garantir que sua pequena comesse o bolo caseiro, a fruta, o pão integral que ela preparava com carinho. Agora vinha essa novidade!
Quis saber o que houve e a filha conta que um amiguinho levou um bilhete reclamando da regra e a professora mudou-a. A mãe se indigna, só podia ter sido obra de uma mãe adepta da porcaria. Vai atrás do nome da outra mãe e quando descobre não acredita! Logo ela, sua amiga, parceira de convicções e de trocas de receitas de biscoito de aveia!
Pega o telefone e liga para saber os motivos da outra. Elas conversam, cada uma explica seu lado. Chegam a um impasse. Tem que haver democracia, mas bolacha Trakinas, não dá! É caso de corte marcial. Dão risada.
Moral da história: em tempos de pais atuantes, não queira ser professora.
Comentários
Coitada da profe, viu? E, juro, queria ser uma mosquinha na hora do lanche para ver o que vem naquelas lancheiras. Mas, ó, tem dias em que a pequena vem contando que só comeu o próprio lanche, porque a profe disse que "o certo" é não trocar sempre, só de vez em quando. O que pega, pra mim, é a troca poder acontecer todos os dias. A gente nunca sabe o que comeram. Afinal, quem garante que estejam contando a verdade? ;-)
Adorei a moral da história. Coitada da professora!!!
Acho que chega uma hora em que a vontade da mãe não vai prevalecer assim tão fácil sobre o paladar do filho, né?
Beijos
Bem, atualmente professor sempre se f***... há uma crise de autoridade no país e isso se reflete no ensino de uma forma geral. Há pais que passam as responsabilidades para os professores e dizem que o filho tá sem educação, sem limites e que é culpa da escola!!! Ainda acho que educação, limites, é atribuição dos pais... a escola, o professor são um suporte para essa educação familiar.
Enfim, não é fácil ser professor nos tempos atuais. Mas ainda é melhor ter a participação dos pais do que não tê-la. Mas... traquinas!!!! Não dá!!!!... rsrsrsrrss
Vá ao meu blog tomar um chocolate... estou te esperando.
Uma ótima semana.
Beijos.
Lua, a história é real! kkkkkk Aconteceu bem assim. ;-)
Se derem Trakinas, tiro minha filha da escola. Esta "democracia alimentar" (que sempre tende para o trash) não dá pra mim, não.
Beijos
Nem sempre o que esperamos é o que acontece e venho aprendendo a domar a fera mãe dentro de mim.
Sobre o assunto em questão, a duras penas até os 7 anos eu consegui fazer tudo direitinho: coma seu lanche, coma comida saudavel pra crescer forte etc.
Maaaassss quando o filho chega em casa se sentindo o último ser da face da Terra que leva maçã de lanche enquanto a maioria dos colegas se entope de Trakinas e outras porcarias da cantina não dá para nao negociar.
Agora ele está com 9 anos e combinamos que as sextas feiras é o dia de abrir para as degustações arricadas na escola.
Porém ele tem odiado o que tem provado (besteiras da cantina) e me cofidenciu que o lanchinho que ele leva é BEEEEEEMMMMMM mais gostoso. Os amigos sempre pedem umpedaço da barra de cereal, do bolinho e o coockie intregral com castanha do Pará, rs.
No caso do meu filho, as negociações acontecem ao contrário, quem come besteira é que se regala com lanche natureba.
E viva o lanche natural, frutas, barra de cereal e suco de soja!rs
beijos
Tem um selinho pra você no
Blog dos presentes do Espaço Mensaleiro.
http://repassandofloresquerecebi.blogspot.com/
Espero que goste.
Forte abraço.
Muitas felicidades.
Bom, estou aqui para oferecer uum carinho em forma de selinho. Chama-se "Mulheres Fabulosas". É de coração, mas se achar que seu perfil não tem nada a ver, fique à vontade para recusar.
Passe no meu blog para vê-lo.
Beijos.
acreditem eu nunca gostei de cheetos. tinha amigos que ficavam maravilhados o dia qua a mãe mandava cheetos eu nunca nem pedi pra comprar!
Suco natural, se colocado na garrafa térmica até a boca e tampado (sim, vai tranbordar quando atarraxar a tampa) não oxida e continua saudável e gostoso até a hora do lanche (se não houver 12h até a hora do lanche, claro).